No silêncio
É quando menos espero ouvir qualquer som,
No barulho de uma multidão de pessoas
Fazendo uma multidão de coisas
Em um mesmo instante
É quando menos espero discernir qualquer som,
Surpreendente é que sem romper o silêncio
O Senhor fala comigo
E que em meio a tanta poluição sonora
Ouço claramente sua voz
Minha disposição em parar para,
Dita o quando ouvirei de Ti
Minha obediência para com o que ouvi
Dita quão profundas e intensas essas experiências podem ser
Parar... Ouvir... Obedecer... Viver...
Verbos, ações, práticas...
Que transformam vidas
Vidas sofridas vividas sem expectativas...
Vidas alegres, confortáveis, seguras...
O Verbo, dando Vida às vidas
Parar... Ouvir... Obedecer... Viver...
Escrevi esta poesia às 02:00h do dia 19/09/2010 quando estava na Vila do Louvor, base da JOCUM em Piratininga-SP e hoje vasculhando alguns arquivos me deparei com ela e confesso: já não lembrava de tê-la escrito.
É bom fazer anotações... rsrsrs
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